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domingo, 8 de novembro de 2009

Reino do Cogumelo no Orkut!

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Os jogos mais raros do Mario

Sugestão de matéria enviada pelo leitor Red Skull em nossa Central de Dúvidas. Que Mario já apareceu em mais de 200 jogos, todo mundo já sabe, mas saiba que nem todos esses jogos são tão famosos e divertidos quanto Super Mario Galaxy, Super Mario World, Super Mario Bros. 3 ou Super Mario 64. Embora Mario seja o classe alta dos video games, com uma dinheirama envolvida na produção de seus títulos, ele também possui uma série de jogos que, por alguma razão, não se tornaram populares, seja por terem sido lançados em um console obscuro, por serem títulos baratos de edutainment ou por serem simplesmente ruins de doer. Depois do pulo, você confere a lista dos jogos mais raros do Mario.

Wrecking Crew (NES, 1985)
Talvez não tão raro quanto o resto dos jogos mostrados aqui, Wrecking Crew (traduzido como a "equipe de demolição") foi incluso pelo fato de que poucas pessoas imaginam ser um jogo do Mario. Quase todo mundo tem a tendência de se lembrar de Donkey Kong, Mario Bros. e Super Mario Bros. como os primeiros jogos do encanador, mas, lançado alguns meses antes de Super Mario Bros., Wrecking Crew traz Mario e Luigi (na época vestido de roxo ao invés de verde) se instalando em construções e demolindo escadas, colunas e blocos em uma order particular pra poderem passar a fase. Ele foi refeito para o Super Nintendo mais tarde no Japão como Wrecking Crew '98, desta vez com uma história mais profunda envolvendo uma lição de ambientalismo.

Super Mario Bros. Special (PC88)
Sabia que existe uma versão de Super Mario Bros. que não foi programada pela Nintendo? A companhia costumava licenciar os direitos de seus jogos pra outros desenvolvedores, pra que pudessem reproduzir jogos da Nintendo em outros sistemas (caso em questão: Donkey Kong nos sistemas do Atari). Um desses jogos foi Super Mario Bros. Special, uma versão do Super Mario Bros. original que foi desenvolvida pela Hudson e lançada para o NEC PC-9901 (o equivalente japonês do ZX Spectrum ou o Commodore 64). O sistema foi tão fraco que não conseguia suportar a ação de rolagem lateral do NES, então ele era jogado através de um número de telas paradas. O jogo possui novos ítens: o Hachisuke lembra a abelha do logo da Hudson, e se Mario o encontrar, será premiado com 8000 pontos; o Relógio acrescenta 100 segundos ao Timer; a Asa faz com que Mario aja como se estivesse nadando no ar; a Lucky Star é somente encontrada no Mundo 4-1, e tem a aparência de um átomo. Se Mario a coletar, todos os inimigos da fase serão destruídos. Também está presente o Martelo de Donkey Kong, trazendo de volta os mesmos poderes. Apesar da realização técnica impressionante, considerando como o PC-8801 era muito mais fraco, ainda é um jogo ruim pra caramba. Super Mario Bros. Special é o verdadeiro jogo perdido da série Bros.

All Night Nippon Super Mario Bros. (Famicom, 1986)
O programa de rádio All Night Nippon é extremamente popular no Japão, e continua até os dias de hoje. Em 1986, uma versão especial de Super Mario Bros. foi lançada, na qual os inimigos e Toads do jogo eram baseados em astros famosos da música e DJ's do All Night Nuppon. As fases do jogo são uma mistura de Super Mario Bros. com Super Mario Bros.: The Lost Levels (conhecido lá no Japão como Super Mario Bros. 2) e as mudanças ocorridas foram: Goombas e Plantas Piranha foram substituídos por DJ's cabeçudos; microfones substituíram os cogumelos encontrados no plano de fundo; o logo da Fujisankei (a companhia por trás de All Night Nippon) é encontrado na bandeira do final das fases e nos machados das lutas contra Bowser; os Toads e a Princesa Peach foram transformados em celebridades japonesas; a Starman mudou pra uma Estrela de Davi com um pontinho no meio; ao invés de dizer "1-player game" e "2-player game", o título diz "Mario Game" e "Luigi Game", embora isso signifique 1 player ou 2 players; nuvens e arbustos agora têm rostos, e o chão tem uma nova aparência; Mario, quando para de correr, faz o mesmo barulho de Super Mario Bros. 3; o level 1-1 e a parte final da saída de todas as fases subterrâneas e subaquáticas foram mudadas pra noite. Se não estiver escutando o All Night Nippon, você provavelmente nunca mais vai ouvir falar desse jogo...

Kaette Kita Mario Bros. (Famicom, 1986)
Normalmente conhecido como Return of Mario Bros. e Mario Bros. Returns, Kaette Kita Mario Bros. é praticamente uma versão melhorada de Mario Bros. (não o "Super", pra deixar claro). Junto a gráficos melhorados, as fases eram mais fiéis ao fliperama original e a habilidade de mudar a sua direção no ar (aeeeeeh) foi adicionada. O jogo também foi patrocinado pela empresa de alimentos Nagatanien, o que significa que os jogadores viam propagandas de curry entre as fases. Essa é uma das primeiras ocorrências de propaganda em video games, devemos lembrar (e acredito que era bem efetiva). Esse jogo não somente é raro, como também vai te deixar com água na boca e babando pacas.

Mario Teaches Typing (PC, 1991)
Pode parecer estranho agora, mas há 18 anos atrás, os PCs eram incomuns, e digitar num teclado ainda era difícil, resultando numa porrada de programas de tutorial para digitação. Então, pra ensinar a criançada a digitar, a desenvolvedora de PC's Interplay contatou a Nintendo e obteve os direitos de fazer um jogo de digitação estrelando Mario. Existem quatro jogos de digitação no total, e você pode escolher entre Mario, Luigi e Peach como seu tutor. Eu o joguei, e posso dizer que é bem fiel à série Mario, incluindo o fator clássico de quebrar blocos; mas ainda assim, foi considerado um "jogo" ruim pela crítica geral.

Série Mario's Early Years (SNES, 1993)
Temos o maior respeito pelas companhias que tentam fazer uso desses personagens populares pra encorajar crianças a aprender coisas. Mas ainda é algo pro qual gente grande vai olhar, dar uma risada e dizer "ah, Mario, seu baixinho popular". Lançada em três jogos separados, Fun With Letters ("Diversão com as Letras"), Fun With Numbers ("Diversão com os Números") e Preschool Fun ("Diversão Pré-Escolar"), esses jogos foram desenvolvidos pela Software Toolworks e eram basicamente jogos simples de números e literatura estrelando Mario, Peach, Luigi e Yoshi. Eu também tive a oportunidade de jogar todos eles, e se você é um fã do Mario, isso até que vai te agradar e arrancar um sorriso do seu rosto (e te ensinar a falar inglês, cara). Duvido que não tenha uma sensação boa ao ver a Peach abraçando o Yoshi na palavra "hug".

Mario's Time Machine (NES/SNES/PC, 1994)
Quando o assunto é jogos de edutainment do Mario, todo mundo fala sobre Mario is Missing. Mas poucas pessoas se lembram de Mario's Time Machine. Ambos os jogos são similares, mas embora Mario is Missing tivesse tido Luigi viajando pelo Mundo Real e aprendendo sobre países, Mario's Time Machine mostra Mario viajando por diferentes períodos da história do Mundo Real e aprendendo sobre figuras históricas. Infelizmente, o jogo tinha muito "edu", e pouco "tainment". A única coisa legal do jogo era o surfe em 3-D. O surf do Mario arregaçava bolas.

Super Mario Wacky Worlds (CD-i, cancelado)
Quando a Nintendo decidiu fazer um aplicativo para CD-i no Super NES, ela formou uma parceria com a Sony. Após o acordo com a Sony ter sido abalado, a Nintendo se aproximou da Phillips ao invés disso. Embora esse acordo também tenha dado errado, a Phillips ainda tinha permissão contratual de fazer jogos baseados nos personagens da Nintendo para o CD-i. Seu primeiro projeto foi Super Mario's Wacky Worlds, um tipo de sequência de Super Mario World. O hardware extremamente limitado em 2D do CD-i (somado ao fato de que dois dos três desenvolvedores do jogo foram embora pra trabalhar na EA) significou que o projeto simplesmente tinha de ser riscado. O roteiro seria um tipo de viagem ao Mundo Real, então não tenho mesmo certeza se seria um sucesso de vendas. E a Sony? Ela pesquisou sobre o acordo falho com a Nintendo pra fazer seu próprio console, o PlayStation. Traição. Traição!!

Hotel Mario (CD-i, 1994)
Após fracassar com Super Mario's Wacky Worlds, a Phillips decidiu que eles poderiam fazer algo com a licença sobre o Mario enquanto eles ainda a tinham. Então, eles desenvolveram o Hotel Mario, um puzzle onde Mario deve fechar todas as portas de cada fase. As cenas desse jogo eram risíveis e pareciam ter sido desenhadas no Paint por uma criança. O sotaque novaiorquino de Mario, bem grave, dava a impressão de que ele fumava 40 cigarros por hora. O jogo foi um fracasso total, massacrado pelas críticas, mas como há sempr eum lado bom em tudo, ele possui referências legais: quando Mario diz "get off my cloud!" ("saia da minha nuvem!"), faz referência à música Get Off My Cloud, dos Rolling Stones; quando ele diz "I ain't afraid of no Koopas!" ("não tenho medo de Koopa nenhum!"), faz referência à frase "I ain't afraid of no ghosts", da música-tema de Os Caça-Fantasmas. É fácil conferir as cenas de Hotel Mario no YouTube, visto que ele é um forte alvo de YouTube Poops (you know what they say... All toasters toast TOAST! And YOU, go to hell! Dear plumbers... Check the enclosed instruction book! Book! Book! Book! Book! Book!).

Mario Clash (Virtual Boy, 1995)
Mario Clash foi um jogo lançado pro infeliz sistema portátil da Nintendo, o Virtual Boy. Já que o Virtual Boy nunca foi lá grande coisa, Mario Clash é um dos mais raros desta lista. Ele foi basicamente uma versão 3-D de Mario Bros., e, pelas experiências próprias que tive quando coloquei as mãos no jogo, posso dizer que é uma sequência digníssima. O objetivo era acertar inimigos arremessando cascos de Koopa Troopa neles de um lado ao outro da tela (dividida entre a parte da frente e a parte do fundo). Isso resultava num sensacional efeito tridimensional que dava a sensação de que havia mesmo uma profundidade genuína no campo. Foi um jogo ótimo, mas pouquíssimas pessoas o experimentaram.

Excitebike: Bun Bun Mario Battle Stadium (SNES, 1997)
Durante a popularidade do Super Famicom no Japão, a Nintendo apresentou o sistema Satellaview. Basicamente, foi um modem de satélite para o SNES que permitia que os jogadores fizessem o download de jogos todas as semanas. Muitos desses jogos eram remakes atualizados de clássicos do NES, e um desses remales era Mario Excitebike, um remake de (você já sabia) Excitebike com os personagens humanos substituídos por personagens do Mario. Era um título muito divertido, com a mesma jogabilidade viciante de Excitebike, mas com gráficos vastamente melhorados. Visto que foi somente um jogo de download via satélite e nunca mais foi relançado em qualquer outro formato, Mario Excitebike é um dos jogos mais raros do Mario de todos os tempos.

Mario's FUNdamentals (PC, 1995)
Também conhecido como Mario's Game Gallery, o jogo é uma coleção de cinco jogos tradicionais - go fish, dominó, yacht, gamão e damas - os quais você deve jogar contra Mario. Acredite ou não, esse jogo marca a primeira vez em que Mario foi dublado por Charles Martinet. Não, não foi Super Mario 64. Apesar disso, "It's-a me, Mario" ainda é excessivamente mais popular do que "It's-a my turn now" ou "Go fish?".

Undake30 Same Game (1995)
Também conhecido como "UNDAKE30 Same Game Taisakusen Mario Version", ou provavelmente não conhecido de jeito nenhum, foi um puzzle lançado pra Super Famicom. Ele podia ser controlado pelo controle convencional ou pelo glorioso mouse do Super Famicom (cuja função foi trazida de volta em títulos como Mario Vs. Wario, pra Super NES), e era similar ao jogo de cartas Monte Carlo. Você vê um enorme campo composto por um arranjo de Cabeças do Mario, Moedas, Ovos do Yoshi, Flores de Fogo e Super Cogumelos, e deve fazer combinações espertas pra fazer com que tudo desapareça sem sobrar nada. Essa ideia foi usada novamente no minigame Pair-a-Gone de Super Mario 64 DS.

Super Mario Bros. & Friends: When I Grow Up (1991)
Traduzido como "Super Mario Bros. & Amigos: Quando Eu Crescer", é um jogo para PC lançado em 1991. Sua jogabilidade era similar a de um livro de colorir, ou aos modelos prontos de Mario Paint, onde você tinha de colorir diferentes cenas. Tão rara é essa criança que nem o The Mushroom Kingdom, nem a MarioWiki têm informação o suficiente.

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sábado, 7 de novembro de 2009

Snowboard personalizada de Mario & Sonic at the Olympic Winter Games

Se você quiser ter uma snowboard dessas, vai ter um trabalho do inferno - ou seria do inverno? Só existem quinze exemplares desta peça rara, e está sendo sorteada pelo RevoGamers. O que fazer pra ganhar? Ser o maior fã da Sega. Como demonstrar isso? Com jogos. O jogador será aquele que possuir em mãos o maior número de jogos da Sega de todos os consoles existentes, e deve aparecer junto a eles numa foto ampla. Lindo ou não, é só mais um produto fantástico no qual nós provavelmente nunca vamos tocar.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Miyamoto sobre o progresso atual de Super Mario Galaxy 2

Estamos quase finalizando o jogo com as ideias que nós criamos. Trajetos quase que inteiramente novos... adicionamos novas habilidades ao Mario, e o objetivo é pegar o sistema de jogabilidade do original e transformar em algo um pouco mais expandido, e oferece um ótimo acordo de desafio para as pessoas que curtiram o primeiro jogo.
Mal posso esperar pelo que vem por aí. Mais Mario, o tempo todo!

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O livro misterioso de Noki Bay: Atrás de uma porta, reside um segredo...

Pergunta enviada por leo_jiraya em nossa Central de Dúvidas. Eu devo ter perdido ela no meio das questões e peço humildes desculpas pelo tempo excessivo de demora. Rezo pra que ainda frequente o site pra presenciar teu nome numa das matérias mais intrigantes do Reino do Cogumelo! Confira um vídeo gravado pelo glorioso Vinicius Pires especialmente dedicado ao segredo que tanto martela nossas mentes:


É dito que o que você não consegue fazer nesse jogo é acessar o livro de Noki Bay, no episódio 3, Red Coins in a Bottle. É possível alcançar o livro sim, mas através de intrincados glitches. Mas, ele está lá somente como um easter egg; não é como o livro de histórias de Super Mario Galaxy.

Pra alcançá-lo, use o modo Hover Fludd, aquele que te permite pairar, pra tentar atravessar a parede do teto; você precisa balancear seu pairamento. Segue o vídeo mostrando como você pode alcançar o livro (clique no vídeo após o play pra ver pelo YouTube em tamanho original e alta definição:


Alguns chegam a dizer que em certas versões do jogo, assim que alcançar o livro, você vai ler a escritura "YOU WILL DIE" ("você vai morrer"), e mais absurdo ainda, é dito que foi posta ali pelo próprio Shigeru Miyamoto. Parece mais um mito criado por qualquer um, baseado no fato de que, tendo feito algo tão complicado embaixo d'água e alcançado um lugar tão longínquo, seu ar vai acabar antes que consiga escapar. Até que seria engraçado, mas fique tranquilo, paisano, você não pode interagir com o livro de modo algum; os caras do GameSpot testaram! Obrigado a leo_jiraya pela pergunta brilhante!

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Quais são os nomes completos de Wario e Waluigi?

Pergunta enviada pelo leitor Adriano em nossa Central de Dúvidas. Como todos sabem, os nomes completos de Mario e Luigi são Mario Mario e Luigi Mario, e antes que comece a rir, caia na desgraça sabendo que você não pensou nisso depois de tantas vezes que você ouviu a palavra Mario Brothers ou Irmãos Mario. Os Irmãos Carvalho, da mecânica, não têm esse nome porque um deles se chama Carvalho! Bom, baseado nisso, aquela perguntinha paira no ar... Qual o nome completo de Wario e Waluigi? Se formos seguir a lógica hilariante, supomos que seja Wario Wario e Waluigi Wario (quase um trava-línguas). A verdade é que, assim como muitos personagens do Marioverso, Wario e Waluigi não possuem sobrenomes revelados.

Correm mush-rumores por aí, apesar disso, de que o sobrenome de Wario seja mesmo Wario Wario, ou até mesmo Wario Mario. Teorias feitas por fãs o assimilam com Foreman Spike, vilão da série Wrecking Crew, e atribuem o sobrenome Spike a Wario. A semelhança de Foreman Spike com Wario (nariz grande e vermelho, bigode e sorrisão) até mesmo ergue hipóteses perdidas de que Foreman Spike seja o pai de Wario. Também, Waluigi possui um carro em Mario Kart DS chamado Louva-a-Deus de Ouro (Gold Mantis), quase idêntico ao trator de Foreman Spike. Mas o fato de que seu nome original em japonês seja simplesmente Blackie ou Breaky conclui que qualquer uma destas teorias sobre o sobrenome de Wario e Waluigi não passa de suposição infundada.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tetris da vida real

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Por que fizeram Super Mario Bros. 2 em cima de Doki Doki Panic?

Pergunta enviada por Giovanni Bruno em nossa Central de Dúvidas. Pra quem não sabe, Super Mario Bros. 2, também conhecido como Super Mario USA, foi lançado nos Estados Unidos em outubro de 1988, mas foi muito criticado por possuir uma mecânica totalmente diferente de seu predecessor, o grandioso Super Mario Bros.

A verdade é que o Super Mario Bros. 2 original, do Japão, é aquele que conhecemos como Super Mario Bros.: The Lost Levels. Assim como todos sabemos, a dificuldade desse jogo é lendária, e esse fator fez com que a Nintendo no Japão não o exportasse para os Estados Unidos ou Reino Unido.

No entanto, eles já estavam trabalhando em Super Mario Bros. 3, e, como não haviam lançado Super Mario Bros. 2 fora do país ainda, eles precisavam de uma estratégia rápida envolvendo um jogo que seria fácil de produzir, então, eles pegaram o jogo Yume Kojo: Doki Doki Panic (japonês para Fábrica dos Sonhos: O Pânico de Palpitar o Coração, envolvendo uma família que foi sequestrada por Wart e sugados para dentro de um livro), substituíram todos os personagens jogáveis por personagens do Mario, e em seguida, batizou o jogo de Super Mario USA; que ficou conhecido como Super Mario Bros. 2 fora do Japão.

Doki Doki Panic foi de grande impacto pra série Mario. Shigeru Miyamoto estava mais envolvido neste jogo do que no Super Mario Bros. 2 original (The Lost Levels). Muitos dos inimigos do jogo se tornaram inimigos do Mario efetivos, embora não pretendiam que fossem durante o período de sua criação. Isso inclui Shy Guys, Birdos, Pokeys e muitos outros. Outra coisa interessante a se notar é que as habilidades e ataques de Mario, Luigi, Toad e Princesa Toadstool foram tiradas diretamente das habilidades dos personagens os quais eles substituíram.

No entanto, apesar de terem substituído pouca coisa devido à pressa de dar aos Unidos (Estados e Reino) uma sequência que não fosse tão difícil, nem todo o resto ficou exatamente igual. Muitas mudanças foram feitas pra que o jogo se adequasse ao ambiente do Mario, incluindo mudanças gráficas pra certos inimigos e personagens. O inimigo Mouser albino, por exemplo, considerado como um oponente muito difícil para os jogadores americanos, foi substituído por Clawgrip, aquele caranguejo gigante. A tela de título também está totalmente diferente. Ao invés do jogo ter como palco um livro de histórias como acontece em Doki Doki Panic (deixa isso pro Yoshi...), Super Mario Bros. 2 acontece na terra dos sonhos conhecida como Subcon. Também, adicionaram um modo de salvamento de trajeto, mudanças leves nas músicas e mais golpes necessários pra derrubar o Wart no fim do jogo.

Obrigado a Giovanni Bruno pela pergunta brilhante!

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

O controle de NES ambulante

Não sei do que eu ri mais. Pode ter sido da cara do Luigi fazendo esforço, por estarem tratando a guria como se fosse um controle ou pela Peach estar extremamente medonha. Mas acho que o fator hilário mesmo foi o fato de que a foto foi postada num site chamado NintendoCu... Ao qual, por seu título acidental, ainda luto pra conseguir parar de rir...

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